Avançar para o conteúdo principal

PAPA FRANCISCO E O PERDÃO PARA O ABORTO

Nesta segunda feira, o Papa Francisco comunicou que, a partir de agora, indefinidamente, todos os sacerdotes passam a ter a faculdade de conceder o perdão pela prática do pecado de aborto.

Tal poder, tinha estado atribuído durante o último ano aos Bispos que, podiam delegar nos padres, essa faculdade. O período de exceção acabou neste dia 20 de novembro e o Papa decidiu abrir a possibilidade de absolvição do pecado do aborto, para além desta data. 
    
É na verdade um tempo novo para os Católicos.

Este Papa, está realmente a fazer um grande esforço de aproximação da instituição aos crentes e, fácil para ele não estará sendo. Por outro lado, muitos conservadores-críticos no Vaticano, que todos os dias lhe fazem a vénia, e muitos mais por esse mundo, escandalizados estarão, com esta misericordiosa atitude, não fora este o «Ano Jubilar da Misericórdia».

Nestes dias, para aprontar o aparelho digestivo e olear os canais superiores, não haverá “Eno” e outros bicarbonatos suficientes, para facilitar a ingestão de tais quantidades de “SAPOS” vivos.

Silvestre Félix
21.11.2016
Tag: Papa Francisco

Foto e Dicas: “O Público”

Comentários

Mensagens populares deste blogue

COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
Estou a recordar-me duma grande reportagem transmitida há dias, salvo erro pela SIC, sobre um colégio com estas características, e percebi que alguns dos miúdos não gostaram nada da ideia, como aliás é normal. Uma arma devia ser o último objecto a mostrar-se a uma criança, aqui, e em qualquer parte do mundo. Neste colégio, não só se mostra a arma como se ensina a andar com ela, com certeza como funciona, e a considerá-la como fazendo parte do dia-a-dia do aluno.
Não me venham com a história q…

PROFETAS E OS SEUS MÓRBIDOS DESEJOS

Ainda a “Geringonça” não tinha nascido e já a davam como “nado-morto”.
De quando em vez, aí vêm “eles” exercitarem a sua capacidade profética.
Ou porque o resultado autárquico do PS é demasiado bom, ou porque o dos parceiros é fraquinho ou mau.
Qualquer coisa serve para quererem que os seus “mórbidos” desejos se concretizem, mas, sentadinhos vão ter de esperar porque, um(a) atrás do(a) outro(a), os “elementos-da-máquina”, vêm afirmando que tudo está bem “oleado” e que os portugueses podem dormir descansados e continuar a, finalmente, acreditar que para a frente será melhor. 
Era muito bom (digo eu) que, em muitas autarquias, fosse possível multiplicarem-se “Geringonças”.
Se assim fosse, o País ganhava e os portugueses viam a sua democracia reforçada.
Silvestre Brandão Félix 3 de outubro de 2017
Fotos: Google

SINTRA E OS TUK-TUK'S

Depois de ter feito promessas a todos os santinhos, para que, na Rua João de Deus, houvesse um lugarzinho livre para arrumar o carro de borla, bem no meio, do lado direito, lá estava o sítio à espera de ser ocupado, porque os ditos santos, assim tinham determinado. Deixei-o bem no centro do espaço disponível e, iniciando a caminhada pelo passeio fora, senti e vi a chegada dum comboio à estação de Sintra.
No momento em que, vindo daquele lado, me aproximei da saída no topo da gare, um magote de pessoas, empunhando cartazes de todas as cores e feitios, arrancaram direito a mim, obrigando-me a estancar o andamento e a tentar perceber o que se estava a passar.
Instantaneamente, recordei-me das notícias que tinha acabado de ouvir no rádio – greve da Função Pública! Exatamente, são manifestantes e confundiram-se com algum governante disfarçado. Tudo isto numa fração de muito poucos segundos que nem tive tempo de ler o tinham escrito nos cartazes de protesto.
Endireitei-me e, disposto a encara…