O MAGALHÃES

Os adversários do “Magalhães” não desarmam, mas vão tendo cada vez menos margem de manobra.

Quer queiram quer não, este, é um sucesso garantido. Não há memória de uma acção (comercial/diplomática) com este resultado tão positivo.

Pelo que consta o “nosso” computador foi vedeta na Cimeira Ibero-Americana.

DIA DAS BRUXAS


A crise não é negativa para todos. É verdade, entre outros, tudo o que é bruxos e bruxas estão em grande, o pessoal “em crise” não para de consultá-los.
Em destaque hoje no DN.

PAGAMENTO DO IVA



Desde que existe o código do IVA se considera injusto o pagamento ao Estado, considerando facturação e não o recebimento efectivo. É injusto e penaliza acima de tudo as PME’s, ainda mais quando estamos em presença de fornecimento ao Estado. A empresa emite a factura em determinada data, tem de pagar o IVA ao Estado e este só lhe vai pagar o valor da factura 8,9,10 meses ou um ano depois.

Bom, mas esta é uma situação velha, por onde já passaram outros Governos do PS e do PSD com ou sem CDS.

Agora, e porque na proposta do orçamento o Governo regulariza a penalização para os atrasados ou não pagantes do IVA, a oposição e um senhor que aparece como representante das PME’s, exigem que o Governo passe a cobrar o IVA só na altura do pagamento das facturas (como aliás, devia ter sido sempre, digo eu), como se isso fosse fácil. Para além das muitas questões que se poriam se essa pretensão fosse avante, o IVA é um imposto Europeu e é em Bruxelas que se fazem as regras.
E a coisa é apresentada na comunicação social como se a altura do pagamento ao Estado fosse agora uma invenção deste Governo, ou seja, o ónus é invertido. A oposição é que quer alterar uma regra que existe há muitos anos, má, é certo, mas é a que existe e o Governo não tem condições para a alterar nesta altura.

AUMENTO DO ORDENADO MÍNIMO

O anunciado aumento do ordenado mínimo está a transformar-se numa história de “cordel” que até dói.

Há dois ou três anos, foi negociado em sede de concertação social, o aumento progressivo do OM, de forma que, em 2011, estivesse nos quinhentos Euros.

O aumento para 450 Euros em 2009, não é mais do que o cumprimento do anteriormente acordado.

Como é que, desde a oposição de direita, alguns analistas da nossa praça e claro, os nossos esclarecidos empresários, com os sabedores argumentos de que perdemos competitividade, podem classificar de escandaloso o mísero aumento e que muitas empresas vão falir e por aí fora?

Alguns, que se têm arvorado em defensores dos “pobrezinhos”, fazem parte deste “coro” que, desta vez, querem pôr em causa uma subida mínima de 23 ou 24 Euros.
Será que, para sermos competitivos, querem que o OM passe para 100 Euros?

A GRANDE ENTREVISTA

Gostei de ver o Prof Freitas do Amaral ontem, na “Grande Entrevista” da Judite de Sousa.

O fundador do CDS é hoje uma das vozes mais importantes e verdadeiras do nosso universo político.

Continua a identificar-se como “centrista”. Eu também penso que sim, muito embora algumas das posições que defende, não se enquadrem no “centro”, considerando esse centro entre a esquerda e direita (PS/PSD).

Acho simplesmente que pensa pela sua cabeça e, a cada momento, analisa com independência, os acontecimentos e as questões do nosso quotidiano e da nossa história.

É também uma das vozes mais credíveis sobre o pós-25 de Abril. Foi um dos protagonistas centrais e hoje fala desse tempo com muita honestidade.

Freitas do Amaral é uma das personalidades políticas que mais admiro.

SBF

PROTAGONISMO



Naquela hora “light”, antes do jantar, tem dias que me sento e olho para a TV, variando entre o simpático Fernando Mendes na RTP, SIC N e R Sorte na SIC.

Tenho alguma paciência para ouvir o HJ, mas não sou, nem nunca fui, seu fã incondicional.

Ontem, a propósito de nada, leu uma mensagem do seu telemóvel que, disse ele, eram parte duma intervenção da Fátima C Ferreira da RTP, numa aula de comunicação ministrada por ela. A FCF referia aos seus alunos,no meio duma aula, a situação profissional menos boa, na opinião dela, do HJ.

Bem, o homem (HJ) estava indignadíssimo com a FCF e passou o resto do programa arrasando, pessoal e profissionalmente, a colega.

Até se compreende a reacção, mas acho que foi um exagero ter-se aproveitado do tempo de antena, toda a gente tem direito a opinião e, muito provavelmente, as afirmações da FCF na aula, tinham outro contexto e não foi, nem de perto nem de longe, reproduzido em pleno programa da R Sorte. Para agravar ainda mais o referido exagero, o HJ fez referências ao programa “Prós e Contras” (O melhor do género da TV Portuguesa), no mínimo injustas, desproporcionadas e que não correspondem de maneira nenhuma à verdade.

Não gostei, mais uma vez, do HJ! Prestou um mau serviço à comunicação livre e provou o que eu já desconfiava; A vedeta é só ele, não admite concorrência de protagonismo.

GRANDE “BASTONÁRIO”



O Juiz António Martins, Presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, reagiu duma forma pouco aconselhável, ainda por cima para um Juiz, a declarações proferidas pelo Advogado António Marinho Pinto, Bastonário da Ordem, sobre o que alguns Juízes disseram publicamente, relativamente à nova Lei do divórcio.

Tinha questionado o Marinho Pinto, como é que estes Juízes, “depois de se pronunciarem contra alguns diplomas legais, nomeadamente a nova Lei do divórcio, depois vão julgar processos nesta área? “

É claro que, da forma como estes Senhores Juízes, se referem aos problemas existentes na administração da justiça, pondo-se sempre de fora, é no mínimo revoltante: Por um lado as suas decisões são sempre de acordo com a Lei (na versão deles, quase sempre má, principalmente sendo nova), por outro lado, têm sempre a prerrogativa da interpretação da Lei, ou seja, eles nunca erram, estão sempre certos, os outros é que são sempre incompetentes e outras coisas ainda piores.

Para estes Senhores, representantes duma classe “intocável”, eles são o centro do mundo, tudo gira à sua volta.

Só para eles, devia de haver dez ou vinte “Marinho’s Pinto!

TÍTULOS



Até o FC Porto perde em casa. Isto está tudo contra nós.

A bolsa está outra vez a cair e tudo leva a crer que vai fechar em baixa.

O Presidente da República promulga a nova Lei do divórcio mas, não deixa de arrasar negativamente o efeito (na opinião conservadora dele) da sua aplicação.

O MST é roubado e levam-lhe o portátil com boa parte da próxima obra literária. Então e o MST não tinha cópia de segurança?

A fazer fé no último relatório da OCDE, em Portugal, o fosso entre ricos e pobres é cada vez pior. É claro que, como é costume, os indicadores menos maus, não são referidos.

Outro Juiz a norte, liberta o JNPC de ter que ir a tribunal como arguido em mais um dos processos (??) do “apito dourado”, por falta de provas.

23 000 famílias já não conseguem pagar as prestações dos seus empréstimos de habitação.

Finalmente uma boa notícia (??)

Numa lista de dez homens mais influentes no mundo – Cristiano Ronaldo, sim… o nosso, figura em nono lugar. Mas… onde é que o C Ronaldo terá assim tanta influência… ?

SAMORA MACHEL


Tinha acabado de estar mais de dois anos em Moçambique e tinha tido o “gosto”, o “prazer”, a felicidade de ter ouvido, ao vivo, e mais que uma vez, o Presidente Samora Machel discursar.

Foi uma experiência única, porque de facto não há nada que se lhe compare.

Pela convivência permanente com amigos Moçambicanos, sei como o Presidente era a
dmirado. Mesmo os que não concordavam com a opção socialista, quando se referiam a Samora, faziam-no com “paixão”.
Naquele malfadado dia 19 de Outubro de 1986, já em Portugal, acordei com a trágica notícia; Samora tinha morrido num desastre de avião, quando regressava a Moçambique.

Senti o acontecimento, como se ainda estivesse naquela Terra e fosse Moçambicano.

Entretanto já passaram 22 anos e Moçambique vive em paz.
SBF

FEIRA DAS MERCÊS

Afinal de contas há ou não há “Feira das Mercês” ??

É verdade que o local onde habitualmente se realiza a “Feira”, precisava há muito de adaptação aos nossos tempos, de forma que a tradição se cumprisse.

Quando a Câmara anunciou as obras, todos ficamos contentes mas, passado praticamente um ano, ninguém entende como é que se adopta a solução mais fácil, ou seja, não se faz “Feira”, dá-se um pontapé na tradição porque a Câmara foi incapaz de arranjar maneira de resolver o problema durante um ano inteiro.

Para complicar ainda mais, anunciou-se entretanto que não ia haver “Feira”, e hoje, Segunda-feira dia 20 de Outubro, lê-se nos “digitais” que afinal já vai haver “Feira das Mercês”.

Por favor, decidam-se duma vez e deixem de fazer de nós tontinhos.

MARIA ANTONIETA



Fez ontem 216 anos que Maria Antonieta, Rainha consorte de França por casamento com LUIS VI em 1770, morreu na guilhotina.

O mesmo já tinha acontecido com o Rei seis meses antes, em 21 de Janeiro de 1793, depois da revolução Francesa ter levado a melhor e ter abolido a monarquia a 21 de Setembro de 1792.

Esta transição da década de oitenta para a de noventa do século XVIII, são marcantes na história universal, porque a partir da revolução Francesa tudo fica diferente e nunca mais volta ao que era. Porque as nações Europeias colonizavam praticamente todo o mundo, a nova situação em França acaba por ter a sua influência em todo o lado.

Logo a seguir, e com o aparecimento de Napoleão Bonaparte, o efeito das mudanças em França, irão traduzir-se em múltiplas guerras concretizando a ocupação de boa parte dos Reinos na Europa.

A figura de Maria Antonieta, educada na corte de Viena para as funções que viria a desempenhar, foi muito interventiva durante o reinado de Luís XVI, e demonstrou muita coragem na hora do julgamento e na antecâmara da guilhotina. A forma como se defendeu de algumas acusações, levou a que muita gente, incluindo a maior parte do povo parisiense , nunca tivesse acreditado nos crimes de que era acusada, e pelos quais, afinal, acabaria por ser condenada à morte.

A CRISE!



Deste ontem que regressou a euforia às bolsas. Parece que as medidas decididas pela Europa no Domingo, tiveram o efeito pretendido.

A grande lição de toda esta crise é a derrota em toda a linha dos defensores de políticas liberais, sendo a desregulamentação a grande bandeira deste pessoal.

Agora, com tudo o que é privado a falir ou em vias disso, teve que ser aplicada a velha receita da nacionalização, ou pelo menos, o reforço (muito reforço) dos órgãos reguladores e controladores do Estado.

Quem havia de dizer há um ano atrás, que a banca Inglesa estaria hoje praticamente nacionalizada ou controlada, do ponto de vista accionista, pelo Estado.

D. DINIS, O LAVRADOR



Num ido 9 de Outubro de 1261, portanto há 748 anos, nasceu, em Santarém, o sexto Rei de Portugal, de seu nome D. Dinis e com o cognome “O Lavrador”, mas também poeta e trovador.

É um dos nossos Reis que marcaram de facto a nossa história, quando dele nos lembramos, vem-nos à memória;

» A plantação do pinhal de Leiria.

» A criação da Universidade de Coimbra, que passados todos estes anos continua importante e é das mais antigas do mundo.

» O milagre das rosas protagonizado pela Rainha D. Isabel posteriormente “Santa Isabel”.

» Paz com a Igreja Católica, firmando tratado com o Papa Nicolau III.

» Criação da Ordem de Cristo com toda a herança dos extintos “Templários”. A cruz da “Ordem de Cristo” irá de futuro aparecer nas famosas caravelas dos descobrimentos.

» Tratado de Alcanises em 1297 firmando a paz com Castela e fixando as fronteiras com Moura e Serpa do nosso lado. São praticamente as que existem hoje.

» As “Ordenações Afonsinas” são calhamaços com leis que irão pôr ordem administrativa e judicial no Reino, tanto do ponto de vista do poder central como do incipiente municipal. “Afonsinas” porque foi trabalho iniciado pelo seu pai Afonso III.

D. Dinis foi um Rei de PAZ e de organização do Reino. Fundamentalmente procurou a paz e fugiu sempre da guerra, não o tendo conseguindo onde menos esperava. Teve que defrontar, em armas, o seu filho Afonso, que viria a ser o futuro Rei Afonso IV. Aqui, na Paz desta guerra, teve um papel fundamental, a Rainha D. Isabel.

Resumindo: Com este Rei, Portugal começou uma nova era. Foram criadas coisas que ainda hoje existem e têm a mesma função, (Pinhal de Leiria, Universidade Coimbra e fronteiras com Espanha).
SBF

CHE GUEVARA



Há 41 anos, exactamente a 9 de Outubro de 1967 é morto nas montanhas da Bolívia, Ernesto Guevara De La Serna, conhecido simplesmente por Che Guevara.

Che Guevara, homem, revolucionário verdadeiro, foi, e é, admirado por várias gerações, pela sua pureza de carácter e pela sua entrega total à luta pela libertação dos pobres e oprimidos.

Teve todo o poder, teve todas as mordomias, teve toda a riqueza e a tudo disse que não.

Morreu na Bolívia, na luta por um mundo novo.
SBF

“NOVELA” ESMERALDA CONTINUA

Disse ontem o PGR; “Uma novela triste, que vai durar mais uns anos” “Até a criança ter 18 anos”

Já que a justiça não consegue resolver o problema, que os intervenientes tenham bom senso, aquele pai biológico e o respectivo advogado pretendem o quê??

REDUÇÃO DO IRC E BONIFICADO PARA PME’s

Toda a gente exigia redução do IRC e apoios para as PME’s, motores da economia e por aí fora…

Para fazer face à crise o Governo anunciou ontem, redução do IRC, apoio a juro bonificado para as PME’s, 13º mês para o abono de família.

Entretanto isto já não é importante e inventam-se novas exigências, é sempre a mesma coisa…

GLOBAL TURBILHÃO


Os mercados bolsistas caiem a pique e a de Lisboa não é excepção.
Dos “PSI20” não há um só que esteja a subir. Em toda a Europa a banca é o sector mais penalizado com descidas a roçar os 10%, e na Alemanha a chegar perto dos -20% e o Hypo Real Estate na casa dos -40%.

Nos USA abriram as duas a descer entre 3 e 4%.
Está tudo louco, os índices de confiança há muito que não estavam tão baixos.

No meio deste global turbilhão, o nosso Presidente da República aproveitou a oportunidade de discurso ontem, nas comemorações do 5 de Outubro, para apontar todas as armas ao Governo pelo estado em que as coisas estão no nosso País, ou seja, numa altura em que o mais necessário é carga positiva para contrariar tudo o que nos está a cair em cima, levamos com “tiradas” das mais negativas que pode haver.

A situação na Alemanha é muito preocupante.
Estamos agora no início da semana, como será que a vamos acabar?

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Em 5 de Outubro de 1910, faz precisamente hoje 98 anos, foi proclamada a República Portuguesa.

Esta proclamação foi o resultado de décadas cheias de acções revolucionárias dos republicanos esclarecidos e com espírito democrático, mais os ignorantes e mal formados com fome de sangue. Nem sempre os esclarecidos que levaram a melhor. Dois anos e pouco antes, supostamente revolucionários republicanos, tinham simplesmente assassinado o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe.

Com a República instalada, aos Portugueses foi dado, dezasseis anos de pura anarquia e maior pobreza, e mais quarenta e oito anos de ditadura salazarenta que nos reprimiu até à libertação de 25 de Abril de 1974, ou seja, se hoje continuássemos em monarquia, não estaríamos mais pobres por isso.

No actual mundo globalizado, e com as monarquias Europeias perfeitamente democratizadas e modernas, em que os valores importantes que estão em causa, não têm nada a ver com monarquia ou república, tem muito pouco sentido fazer grandes homenagens ao que se passou neste dia, há 98 anos.

REUNIFICAÇÃO ALEMÃ




Fez ontem, 3 de Outubro, 18 anos sobre a reunificação da Alemanha após a queda do muro de Berlim.

A história da Alemanha é atravessada por frequentes alterações das suas fronteiras, com separações e unificações das diversas Nações Germânicas. Reinos, Ducados, Principados, Republicas, tendo em comum a língua germânica, movimentaram-se, ao longo dos séculos, em independências conquistadas ou em uniões negociadas.

O termo “reunificação”utilizado na união de 1990, significa a existência de “união” anterior. É certo, a grande união da Alemanha aconteceu no século IXX, mais exactamente em 1871. Esta união é o resultado do desejo dos povos de cultura germânica que, depois de muitas lutas, tendo sempre como principais protagonistas, a Prússia a norte e a Áustria a sul. O desejo da união germânica era muito forte nas faixas liberais de ambas as nações mas, na verdade, o poder estava nos seus exércitos e na aristocracia de cada um dos lados. A Áustria ao tempo, meados do século IXX, era uma grande potência militar e, perante a ameaça do progresso capitalista e desenvolvimento industrial da Prússia, tratou de regressar ao “absolutismo” com a entrega da coroa imperial a Francisco José.

Depois de guerras com a Dinamarca, com a Áustria e com a França, o Prussiano Guilherme I é coroado Imperador da Alemanha em 1871. Fica assim consumada a unificação da Alemanha, designada “Segundo Reich” com o Chanceler Bismark e definitivamente sem a inclusão da Áustria.

Mesmo depois da primeira guerra mundial, as fronteiras da Alemanha não são muito diferentes nas vésperas da segunda guerra mundial já no Terceiro Reich de Hitler.

Com a derrota de Hitler e dos Nazis, a Alemanha é dividida em dois países independentes; A RDA – República Democrática Alemã a oriente entregue à URSS de Estaline e a RFA – República Federal Alemã a ocidente na esfera dos Aliados. A capital Berlim, no meio do território da RDA, foi também dividida pelas potências vencedoras da guerra; A ocidental para os Aliados, (USA, Inglaterra e França) e a oriental para a URSS.

Com a queda da União Soviética, e as revoluções que se seguiram nos países da sua esfera política, no caso da Alemanha, a simbologia era grande porque existia o muro de Berlim. Muro construído em betão pelos Alemães do leste (RDA) e que dividia a cidade ao meio, separando toda a convivência citadina incluindo famílias inteiras. Muro odiado dum lado e doutro. Logo que a instabilidade governativa na
RDA aconteceu, rapidamente o muro começou a ser destruído.
Durante o ano de 1990 desenvolveram-se múltiplas negociações, envolvendo várias nações, designadamente as vencedoras da guerra, e, ainda antes do ano acabar, foi celebrada, a 3 de Outubro, a reunificação da grande nação Alemã, voltando Berlim a ser a sua Capital.

Boa parte do muro de Berlim, foi vendido a turistas estrangeiros. Eu, que tive a oportunidade de nesse ano visitar a Alemanha, também trouxe o meu bocado de betão de tão famoso muro.

A NOSSA SINA



A nossa sina, para o bem e para o mal, é estarmos sempre dependentes dos USA.

Por causa da política desastrosa do Bush e dos seus apaniguados financeiros, estamos todos suspensos da aprovação do plano “700 mil milhões”.

Deviam ser só os Americanos a pagar as “favas”, mas a globalização é assim, paga o justo pelo pecador, e aqui, o justo, é também sempre o mesmo, o mexilhão.

HABITUAMO-NOS A CADA COISA...

Há coisas que, antes de as fazermos ou programarmos, é bom que nos habituemos a consultar o calendário das greves de alguns serviços, na m...