Avançar para o conteúdo principal

CGD E OS COMISSÁRIOS


Li ontem no “Expresso online” o seguinte:

«Montenegro diz que seria “uma vergonha nacional” não mudar as regras na Caixa Geral de depósitos».

Digo eu; seria “uma grande vergonha nacional”, mas principalmente para toda a classe política, se, fartos que brinquem com eles, os novos gestores batessem com a porta da Caixa Geral de Depósitos e regressassem às vidinhas mais calmas que tinham, ganhando o mesmo ou, nalguns casos, até mais.

E então, lá voltaríamos a ter a porta aberta para a entrada triunfante dos “comissários-partidários”, “salvadores da pátria”, às vezes baratinhos, mas que, no fim das contas, ficam sempre muito mais caros aos portugueses.

Silvestre Félix
03.11.2016

Tag: CGD
(Foto: Google)

Comentários

Mensagens populares deste blogue

COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
Estou a recordar-me duma grande reportagem transmitida há dias, salvo erro pela SIC, sobre um colégio com estas características, e percebi que alguns dos miúdos não gostaram nada da ideia, como aliás é normal. Uma arma devia ser o último objecto a mostrar-se a uma criança, aqui, e em qualquer parte do mundo. Neste colégio, não só se mostra a arma como se ensina a andar com ela, com certeza como funciona, e a considerá-la como fazendo parte do dia-a-dia do aluno.
Não me venham com a história q…

PROFETAS E OS SEUS MÓRBIDOS DESEJOS

Ainda a “Geringonça” não tinha nascido e já a davam como “nado-morto”.
De quando em vez, aí vêm “eles” exercitarem a sua capacidade profética.
Ou porque o resultado autárquico do PS é demasiado bom, ou porque o dos parceiros é fraquinho ou mau.
Qualquer coisa serve para quererem que os seus “mórbidos” desejos se concretizem, mas, sentadinhos vão ter de esperar porque, um(a) atrás do(a) outro(a), os “elementos-da-máquina”, vêm afirmando que tudo está bem “oleado” e que os portugueses podem dormir descansados e continuar a, finalmente, acreditar que para a frente será melhor. 
Era muito bom (digo eu) que, em muitas autarquias, fosse possível multiplicarem-se “Geringonças”.
Se assim fosse, o País ganhava e os portugueses viam a sua democracia reforçada.
Silvestre Brandão Félix 3 de outubro de 2017
Fotos: Google

A ESCURIDÃO DESTA SEXTA FEIRA

O mês de novembro, para mim, é sempre cinzento. Pode até ter um soberbo verão de S. Martinho, mas nunca deixa de ser escuro. No último ano ou dois, por maioria de razão, devido à contribuição desta Sexta Feira.
Se hesitasse na designação ou tivesse dúvidas sobre tamanha escuridão, esclarecido ficaria, quando hoje de manhã, à hora do costume, me dirigi ao Fórum de Sintra.
Havia bicha para entrar nos parques de estacionamento às dez da manhã. Numa primeira reação estranhei, mas rapidamente percebi. Pois claro, é a escuridão!
Mais uma americanice para o Zé “engolir”!
Sexta Feira negra, e em inglês como manda o figurino – “black Friday”. Está tudo louco! Aquela hora, as lojas já estavam cheias de gente e a comprar.
Como toda a gente devia saber, as famosas reduções nem sempre são verdadeiras. Entre essas, as verdadeiras, há muitas que subiram nos últimos dias, ganhando folga suficiente para baixarem hoje, vinte, trinta ou cinquenta por cento. Ou seja, o cliente, para comprar bem, deve, antes,…