Avançar para o conteúdo principal

FORÇA AÉREA E OS INCÊNDIOS

Nos resumos noticiosos de hoje, aparece uma pequena notícia que o “Governo vai avaliar viabilidade da Força Aérea para combater fogos.

No meio das entrevistas, opiniões e ocupas de espaço das primeiras páginas e de todo o tempo de antena disponível, sobre a novela da entrega às autoridades do fugitivo mais famoso do país e do “Trump’ramoto” que abalou todo o mundo, este quadradinho pequenino, que aparece no papel e nas edições online, reclamou-me atenção pela importância que lhe dou e que toca a uma boa parte dos portugueses, durante grande parte do ano.

A notícia diz que o “Governo vai avaliar viabilidade…”. Eu acho que o Governo devia partir para esta avaliação com o objetivo inquestionável de que a Força Aérea irá, a curto ou médio prazo, estar em condições de combater os nossos incêndios florestais.

As soluções PPP’s e só privadas, deram bronca desde o início com os problemas de inoperacionalidade de parte do equipamento e, depois, com todas as confusões de processos em tribunal, falências, dinheiros mal contados e por aí fora. Por isso, este complicado verão de 2016, teve disponível para combate, só uma parte dos helicópteros existentes.

A Força Aérea tem pessoal e infraestruturas permanentes. Não parece muito difícil criar um corpo organizado para a tarefa do combate a incêndios.

É uma boa aposta e, concretizando-a, o Governo vai conseguir poupar uns milhões ao país.

Silvestre Félix
10.11.2016
Tag: Força Aérea, Incêndios

Foto: DN online      

Comentários

Mensagens populares deste blogue

COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
Estou a recordar-me duma grande reportagem transmitida há dias, salvo erro pela SIC, sobre um colégio com estas características, e percebi que alguns dos miúdos não gostaram nada da ideia, como aliás é normal. Uma arma devia ser o último objecto a mostrar-se a uma criança, aqui, e em qualquer parte do mundo. Neste colégio, não só se mostra a arma como se ensina a andar com ela, com certeza como funciona, e a considerá-la como fazendo parte do dia-a-dia do aluno.
Não me venham com a história q…

PROFETAS E OS SEUS MÓRBIDOS DESEJOS

Ainda a “Geringonça” não tinha nascido e já a davam como “nado-morto”.
De quando em vez, aí vêm “eles” exercitarem a sua capacidade profética.
Ou porque o resultado autárquico do PS é demasiado bom, ou porque o dos parceiros é fraquinho ou mau.
Qualquer coisa serve para quererem que os seus “mórbidos” desejos se concretizem, mas, sentadinhos vão ter de esperar porque, um(a) atrás do(a) outro(a), os “elementos-da-máquina”, vêm afirmando que tudo está bem “oleado” e que os portugueses podem dormir descansados e continuar a, finalmente, acreditar que para a frente será melhor. 
Era muito bom (digo eu) que, em muitas autarquias, fosse possível multiplicarem-se “Geringonças”.
Se assim fosse, o País ganhava e os portugueses viam a sua democracia reforçada.
Silvestre Brandão Félix 3 de outubro de 2017
Fotos: Google

SINTRA E OS TUK-TUK'S

Depois de ter feito promessas a todos os santinhos, para que, na Rua João de Deus, houvesse um lugarzinho livre para arrumar o carro de borla, bem no meio, do lado direito, lá estava o sítio à espera de ser ocupado, porque os ditos santos, assim tinham determinado. Deixei-o bem no centro do espaço disponível e, iniciando a caminhada pelo passeio fora, senti e vi a chegada dum comboio à estação de Sintra.
No momento em que, vindo daquele lado, me aproximei da saída no topo da gare, um magote de pessoas, empunhando cartazes de todas as cores e feitios, arrancaram direito a mim, obrigando-me a estancar o andamento e a tentar perceber o que se estava a passar.
Instantaneamente, recordei-me das notícias que tinha acabado de ouvir no rádio – greve da Função Pública! Exatamente, são manifestantes e confundiram-se com algum governante disfarçado. Tudo isto numa fração de muito poucos segundos que nem tive tempo de ler o tinham escrito nos cartazes de protesto.
Endireitei-me e, disposto a encara…