EURO - DESASTRE PREVISTO

Quando ontem escrevi, logo após ter concluído a leitura do livro (http://luadomonte.blogspot.pt/2013/04/porque-devemos-sair-do-euro-de-joao.html) de João Ferreira do Amaral; “ninguém ou muito poucos lhe deram ouvidos”, referindo-me à sua atitude ainda antes do euro existir nos nossos bolsos, fui injusto com outros que igualmente lutaram com quantas forças tinham, para Portugal não embarcar nesta loucura. Refiro, como exemplo, as posições oficiais do Partido Comunista e do então, seu Secretário-Geral, Carlos Carvalhas. Não deixem de ler esta declaração de Carlos Carvalhas proferida em 4 de Maio de 1998.  


Silvestre Félix

21 de Abril de 2013

PORQUE DEVEMOS SAIR DO EURO De João Ferreira do Amaral


“A 10 de Dezembro de 1992, sem qualquer pressão internacional e sem nenhum exército inimigo às portas de Lisboa, a Assembleia da República aprovava o Tratado de União Europeia. (…) Foi a maior capitulação do País desde as cortes de Tomar de Abril de 1581 (…) ” «João Ferreira do Amaral, in introdução»

A leitura deste extraordinário ensaio de João Ferreira do Amaral é essencial para percebermos o erro capital que a elite política portuguesa cometeu, ao ter abdicado de boa parte da nossa soberania, oferecendo a moeda e o poder de a emitir quando dela precisássemos, aos novos conquistadores que se vinham instalando e implantando.   

João Ferreira do Amaral, desde que a ideia da moeda única vingou, alertou muitas vezes para a tragédia que aí viria se, o que era só “ideia”, alguma vez se viesse a concretizar. Ninguém ou muito poucos lhe deram ouvidos e o tempo passou. Infelizmente tinha razão. A ferramenta mais importante para evitar problemas financeiros do Estado e para fazer recuperar a economia, já não a temos – a nossa moeda!

Ao mesmo tempo alguns, (in) parceiros da nossa (des) união, emprestam-nos dinheiro a juros altíssimos enquanto eles se financiam a juros negativos. Com uma prática mais comum entre a agiotagem, poem-nos à míngua e passam de três em três meses para cobrarem a “quota”. Com amigos assim…

Do absurdo às razões de esperança: Novas alianças, novas estratégias”. Título do capítulo 5 do livro. Aqui, o autor mostra-nos outros caminhos para o nosso sucesso como País e como parte integrante e ativa da lusofonia.

O Atlântico é a nossa estrada e por aí devemos ir.

A edição é deste mês de Abril da “Lua de Papel” do universo “Leya”.

Silvestre Félix

(Capa do Livro do FB da editora)

CENSURA??


Esta Moção de Censura é só uma moção de censura!

Nada de novo no “reino de sua majestade” e o rei lá vai, nu, que é como nós andamos todos e como se usa dizer; “casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”.

A retórica parlamentar domina a informação desta quarta-feira e, por via disso, os “atores” tomam de assalto o palco e representam os seus “cómicos” papéis com resultados desastrosos. Os encenadores não prestam e devem ser conduzidos rapidamente à reciclagem argumentativa.

Silvestre Félix

LÍTIO - O OURO MODERNO

Contestação à exploração de Lítio-Serra da Estrela-24.08.2019  (DN online) Muitas regiões do nosso país têm o subsolo a abarrotar de o...