
É sabido que a Alemanha, e particularmente os bancos alemães, não estão perdedores com a atual situação, mas daí a pôr constantemente em causa os valores maiores da solidariedade da União, vai alguma distância e confirma uma Alemanha nada interessada em partilha, e, antes pelo contrário, só se interessando por ganhos próprios mesmo à custa do sacrifício dos mais fracos.
Nesta onda, a senhora tem tido um aliado de peso, Sarkozy no Eliseu de Paris. Estes, em consciência, (digo eu) estão a cavar a sepultura da UE. Só se estão a esquecer duma coisa – É que, muito do seu próprio crescimento nas últimas décadas, aconteceu na razão direta da existência da União.
Esta é a outra Europa de quem estamos cada vez mais longe!
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