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A LOUCURA COLETIVA


A partir das cinco da tarde de hoje, começou a ser cada vez mais difícil circular nas  imediações do triângulo comercial (Mem Martins, Abrunheira, Rio de Mouro).

As pessoas estão loucas, completamente obcecadas por consumir qualquer coisa.

Se hoje já foi assim, o que se irá passar nos próximos dias?

Silvestre Félix
20.12.2016
Etiqueta: Consumismo

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COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
Estou a recordar-me duma grande reportagem transmitida há dias, salvo erro pela SIC, sobre um colégio com estas características, e percebi que alguns dos miúdos não gostaram nada da ideia, como aliás é normal. Uma arma devia ser o último objecto a mostrar-se a uma criança, aqui, e em qualquer parte do mundo. Neste colégio, não só se mostra a arma como se ensina a andar com ela, com certeza como funciona, e a considerá-la como fazendo parte do dia-a-dia do aluno.
Não me venham com a história q…

NESTES DIAS, NO LIMIAR DA POBREZA

O Quim, sobre quem escrevi há dias, a propósito dos pretensos rankings das escolas do nosso país, só deveria voltar à sua escola no recomeço das aulas em janeiro do próximo ano. Sim, deveria ser assim, mas não é!
O Quim tem voltado à escola todos os dias, um pouco mais tarde, mas não falha ao almoço que continua a ser servido na escola, mesmo durante as férias. Alguns dias é a primeira refeição, outros, a Mãe lá consegue deixar alguma coisa de véspera para que não fique sem comer até ao almoço.   Ao jantar, a Mãe ou o Pai, trazem para casa a refeição quente da IPSS que lhes dá apoio e, assim, lá vão passando estes dias que, a maior parte deles, se resumem a isto mesmo; arranjar maneira de meter qualquer coisa no estômago para não ter fome.
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ONDE ESTARÁ O "RICO" TALÃO?

Faça uma limpeza aos bolsos dos casacos e blusões, ao porta-luvas do carro ou aquele sítio para onde costuma atirar os talões de estacionamento, aos milhentos papéis que acumula na carteira, à gaveta lá em casa que, por muito cheia que esteja, ainda cabe sempre mais um “canhoto” de qualquer coisa. Veja também os talões de multibanco que costuma usar para marcar a leitura das revistas e livros na casa-de-banho.
É importante que siga os meus conselhos.
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Quem será este “jogador” que não tem a preocupação de conferir o resultado da jogada?
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Silvestre Félix 02.01.2017 Etiqueta: SCML Foto: Google