LÍTIO - O OURO MODERNO

Contestação à exploração de Lítio-Serra da Estrela-24.08.2019
 (DN online)

Muitas regiões do nosso país têm o subsolo a abarrotar de ouro do século XXI; o famoso e caro LÍTIO!  

Acontece que, prevendo todo o tipo de alterações e atropelos ao modo de vida das populações em causa, está a crescer uma onda de contestação que, nalguns casos, pode vir a dificultar a exploração do minério tão importante para o fabrico de acumuladores de energia modernos.

O que vai o Estado fazer?

Espero bem que garanta os interesses das populações!

Silvestre Brandão Félix
24 agosto de 2019

A AMAZÓNIA ARDE E OS GLACIARES DERRETEM

São Paulo às 15h de 19.08.2019, feito noite com o fumo dos
fogos da Amazónia (DN online)

Enquanto a Amazónia arde e os glaciares derretem, vemos e ouvimos detestáveis criaturas, botarem insuportáveis “faladuras” com a maior desfaçatez. Os mesmos que, por ignorância ou perversidade, rasgaram o “compromisso” de Paris.

Um, diz que «é o tempo das queimadas» ou «são as ONG’s que botam fogo por vingança do Governo ter cortado os subsídios», o outro, porque o Governo da Dinamarca afirma que «a Gronelândia não está à venda», amua, e cancela a visita à mesma Dinamarca, que estava programada para o princípio de setembro.

Por cá, enquanto o mundo arde e derrete à nossa volta, os detratores continuam a deitar “montes” de areia na engrenagem, com a intensão de “gripar” o Governo e que, por via disso, possam arregimentar mais uns votitos nas eleições de 6 de outubro. Pois sim, esperem sentados!

Silvestre Brandão Félix
21 agosto de 2019

REFUGIADOS - A VERGONHA DA EUROPA

Os muros da Europa (viva-porto.pt)(Google)

O líder da extrema-direita do norte de Itália, feito ministro dum Governo demissionário, teve que “meter-a-viola-no-saco”, quando se viu esvaziado de “poder”, pela decisão humanitária dum procurador romano.

Finalmente os refugiados do «Open Arms», desembarcaram na famosa Lampedusa e vão poder seguir o seu caminho de salvação, por seis países europeus, incluindo Portugal.

Silvestre Brandão Félix
21 agosto de 2019

E O GLACIAR DESAPARECEU!

Placa descerrada hoje, 18 agosto de 2019, na Islândia, marcando
o dramático dramático acontecimento

Em consequência do desaparecimento do glaciar «Okjokull», devido ao “Aquecimento-Global”, as autoridades Islandesas, para que ninguém se esqueça, descerraram hoje uma placa assinalando o dramático acontecimento que, infelizmente, se traduz em mais um passo para a destruição do Planeta.

A este, se seguirão outros glaciares que, derretendo, vão “enchendo” os oceanos com a consequente pressão nas zonas costeiras de todo o mundo.

Todos os líderes mundiais, todos os governos e todos os “G’s” qualquer coisa, a exemplo do que vai fazendo António Guterres, deveriam estar permanentemente falando e agindo para parar esta “derrocada”. 
  
Como é possível, que os órgãos de comunicação social, continuem a ignorar esta caminhada para o abismo?

Silvestre Brandão Félix
18 agosto de 2019
Foto: “notícias google”

AQUECIMENTO GLOBAL - GELO FEITO ÁGUA

Gronelândia - Onde antes era gelo, agora, em julho de 2019, é água

Nestes dias, num dos raros momentos que a nossa comunicação social dedicou à dura realidade das alterações climáticas, vimos um pequeno vídeo feito a semana passada na Gronelândia, despejando no oceano 10 mil milhões de litros de gelo feito água, em consequência dos vinte e tal graus de temperatura registados, acima da média local. 

Como é possível, que “continuemos” a assobiar para o lado?

Como é possível, que a extração de “combustíveis-fósseis” e sua incontrolada utilização, não só, não é diminuída, como continue a aumentar?

Como é possível, que uma das principais “metas-de-Paris”, «conter o “aquecimento-global” abaixo dos 2º C, preferencialmente em 1,5º C», já seja praticamente inacessível e “tudo-bem-na-mesma”?

Silvestre Brandão Félix
9 agosto de 2019
Foto: Gronelândia em Julho 2019 (Google)

ANTES E DEPOIS DO ADEUS


Na véspera, ainda “Antes-do-Adeus”, o nosso Amigo Olímpio, não sabendo que era a última vez, precisou de aplicar o habitual disfarce nos livros “suspeitos”, que só vendia a clientes da máxima confiança. Mesmo assim, corria muitos riscos. A “bofaria”, passeava-se e dissimulava-se por toda a parte, até nas livrarias.

Naquele silêncio “ensurdecedor” do Reduto-Norte-de-Caxias, ele não podia saber que a Liberdade estava a umas horas de distância. Naquele mesmo dia, na véspera, ainda o sol não era, arrastaram-no até “ao sul” para mais um interrogatório. Esteve em pé, calado, umas quatro horas, calculou ele. Os três meses que por ali estava, tinham-no ensinado a contar o tempo: segundos, minutos, horas, dias e meses. Quando o obrigavam a estar muito tempo em pé, às vezes virado para a parede, enquanto o insultavam, ameaçavam a família e, quase sempre, lhe “chegavam-a-roupa-ao-pelo”,  o físico e os neurónios davam de si, mas, como o querer se sobrepunha, a cada tontura ou cambaleio, reagia ainda com mais força. Como permanecia numa cela completamente isolado, estava longe de saber que, em menos de dois dias, iria sair livre, pela porta da frente.

Não tinha passado muito tempo, desde que o navio, carregado de magalas, deixou para trás o Bugio na foz do Tejo e se lançou no Atlântico aberto. Com a G3 como inseparável companheira, carregado de angústia e medo, porque não dizê-lo, ali ia ele, como se o destino fosse a forca. Porque-raio, não fez como o Caparica? “Saltou” para França e conseguiu logo trabalho. E ele, a única certeza que tem, é uma guerra em África. Estava muito longe de saber que, no dia seguinte, quinta-feira, a esperança iria destemperar-lhe a angústia. O principal objetivo dos militares que iriam depor o regime da ditadura, era, exatamente, acabar com a Guerra Colonial. Naquela véspera, ele não podia adivinhar o que aí, vinha.      

Na quarta feira, o mancebo teve os mesmos cuidados e olhou pelo canto do olho, as vezes que o instinto o mandava fazê-lo. Continuava, porque não sabia que aquele dia era a véspera, a tentar adivinhar o que se seria o seu futuro, a curto prazo. “Assentava-Praça” em 75, ou seja, dali a um ano já podia estar a “marcar passo”. A seguir; Rocha-Conde-de-Óbidos, lencinhos brancos de adeus e ala até Angola, Guiné ou Moçambique. Tal como a quase totalidade dos portugueses, incluindo os do governo, o mancebo não sabia que, aquela hora, uma onda libertadora já se movimentava, para que nada disso tivesse que vir a acontecer.

“Aqui! Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas!”
E o mancebo: Já não tenho que ir para a guerra!

Silvestre Brandão Félix
24 abril de 2019

"A UNIÃO FAZ A FORÇA"


“A união faz a força” (1)

Provérbio normalmente usado pela positiva, mas que pode também ser verdade pela negativa.

Infelizmente, o que me ocorre a propósito duma “força-que-se-une”, é o “toque a rebate” dos liberais populistas e extremistas, cada vez mais “bem” colocados nas nossas televisões e nalguns “pasquins” online.

Parece que todos leem pela mesma “cartilha”; procuram só os constrangimentos do “sistema” democrático, pondo-o constantemente em causa, deitam abaixo os políticos no geral e exploram ao máximo os tropeços e “tiros nos pés” dados pelos atuais partidos. Nunca realçam ou, simplesmente, reconhecem méritos na nossa democracia.

No nosso País, como acontece por esse mundo fora, as tendências inorgânicas expandem-se com muita rapidez. Alguns órgãos de informação clássicos, tendem a utilizar o pior lado das redes sociais e dos “sítios” sem rosto e, ao mesmo tempo, reabilitam, duma forma “empoleirada”, algumas vedetas fora de moda.

Eles estão aí com todas as “armas” para fazerem frente à DEMOCRACIA nas próximas batalhas eleitorais.

Silvestre Brandão Félix
19 janeiro de 2019
- (1) Provérbio popular português
- Gravura “antidemocracia” (wilsonferreiracampos ) (Google)

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO DÁ, ATÉ QUE FURA


“Água mole em pedra dura, tanto dá, até que fura!” (1)

Pelas “andanças” políticas da minha juventude, algumas angústias me atormentavam.  Antes do 25 de abril, a maior, a proximidade da tropa e a praticamente certa ida para a Guerra.

Depois, aliviado desta inevitabilidade, começaram outras (angústias) a “roer-me” o juízo. Entre algumas que não vêm agora ao caso, a divisão da esquerda. Situando-me “deste lado da barricada”, perante os inúmeros movimentos e partidos de esquerda, cada um a puxar para o seu lado, a direita recuperava e avançava. Como eu, muito gente queria um entendimento deste lado, mas a esperança diluiu-se com o correr do tempo.

É verdade que o nosso povo, com sabedoria, imortalizou o provérbio:

“Água mole em pedra dura, tanto dá, até que fura!”

Mas em 2015, ninguém, à partida, acreditava que fosse possível nascer a “Geringonça”. Ela aí está a chegar ao final da legislatura, com a vontade declarada de António Costa, de a renovar após as próximas legislativas.

O povo tem sempre razão!

Silvestre Brandão Félix
18 janeiro de 2019
- (1) Provérbio popular português
- Gravura: Geringonça (Expresso) (Google)

"AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE"


“Amigos, amigos, negócios à parte!” (1)

Todos nós, uma ou mais vezes, experimentamos o “amargo” desta meia-verdade.

Com a idade que tenho, ainda acredito que a incompatibilidade dos “negócios” tem a ver com as falsas amizades. Se os “amigos” forem verdadeiros, tudo corre bem entre eles, até nos negócios.

Vem isto a propósito, do novo regulamento de “registo de faltas” para os deputados, que entrou hoje em vigor na Assembleia da República.

Há menos de um ano, chegou-se à conclusão, que as presenças na AR eram validadas, quando convinha, por camaradas ou companheiros e companheiras de bancada, embora, os “ditos” e “ditas”, estivessem fisicamente ausentes.

Isto deve ter sido assim desde sempre, para os que se prestavam a este papel nas diversas bancadas, mas, só agora, com os “amigos” a estragarem o negócio das senhas, subsídios, e demais alcavalas decorrentes das “presenças”, a coisa se corrigiu no sentido de pôr os “deputados” e “deputadas”, na ordem.

Silvestre Brandão Félix
16 janeiro de 2019
- (1) Provérbio Popular Português
- Gravura: “Cinismo” (coladaweb)(Google)

"AMIGO NÃO EMPATA AMIGO"


“Amigo não empata amigo!” (1)

Ao longo do último ano, há dias, em que temos de comer “Brexit” a todas as refeições.

Não há pachorra!

Ou saem ou ficam!

As duas coisas ao mesmo tempo é que não pode ser. 

Estes Britânicos têm cada uma. Referendaram e o resultado foi favorável à saída, mas, perante a inevitabilidade da separação, incluindo da Irlanda do Norte, já não lhes agrada e muitos dos que vimos nas televisões a defenderem “com unhas e dentes” o “Brexit”, agora, parece, já não o quererem ou, pelo menos, não o querem assim, como acabou por ser negociado.  

Queriam o quê? Sair e ficar com um pé dentro?

O que é certo, é que está a Europa toda e não só, à espera que os “sir’s” se decidam.

Silvestre Brandão Félix
15 janeiro de 2019
- (1) Provérbio Popular Português
- Gravura: Google

"ÁGUAS PASSADAS NÃO MOVEM MOINHOS"


“Águas passadas não movem moinhos!”

O povo não o diz por acaso. Grande parte da nossa vida é “calcorreada” em função dos caminhos do presente e dos que nos abrem ou abrimos para o futuro. O passado foi aprendizagem. Não voltamos lá, nem o podemos alterar por arrependimento ou, simplesmente, por experimentação.

Nestes tempos, e passados quase 45 anos do 25 de abril, ainda há quem queira “mover os moinhos” da antiga ditadura. Continuam a querer ressuscitar a “carcaça” do ditador e do seu império. “Gritam” como se fosse possível, em 2019, terem as mesmas colónias, a Pide e toda a “bufaria” a perseguir e a prender tudo o que abrisse a boca.

“Foi chão que deu uvas!”

Conquistamos a democracia e é com as suas “ferramentas” que reforçaremos o nosso “Estado de Direito”.

Podem os “saudosistas” estar certos que o “ditador” não voltará!

“Águas passadas não movem moinhos”

Silvestre Brandão Félix
14 janeiro de 2019
Gravura: Tortura a presos políticos

"A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO"


“A pressa é inimiga da perfeição!” (1).

A sabedoria popular aplica-se, direitinha, ao imbróglio do agora, denominado, “Aeroporto do Montijo”.

O atraso na construção dum “novo-aeroporto-de-Lisboa”, começou quando, após o 25 de Abril, se concluiu que, sendo a localização, estudos e projetos do governo de Marcelo Caetano, estaria com certeza infetado com algum vírus fascista e, por isso, o trabalho “herdado”, deveria ir para o lixo. A Herdade de Rio Frio, já era!

Assim foi e, pelos anos seguintes, na penúria, sem dinheiro, e com os muitos interesses políticos e mercantilistas a botarem trunfos p’ra mesa, começaram a surgir dezenas de hipóteses para o “novo-aeroporto-de-Lisboa”.

Com os “interesses” a atropelarem-se uns aos outros à medida que os governos mudavam, passaram-se trinta, quarenta anos e, Ota, Alverca, Sintra, Montijo e a coisa assentou em Alcochete. Era uma “obra e peras”, mas, com o advento da “Troika” e do “Passismo” e o movimento da “Portela” em baixo, tudo chumbado mais uma vez e lá vão mais oito anos.

Ou seja, o que devia ter sido uma obra “do País”, serviu todos os outros interesses. No vagar podia ter sido feito, poupando-se nos acrescentos da “Portela” que, nos últimos quarenta anos, todas as obras, prémios, luvas e outros adicionais, já dariam para meia-dúzia de grandes aeroportos e, agora, tudo tem que ser remediado com muita pressa.

A pressa é tanta que nem se espera pelo “impacto ambiental”, assinando-se compromissos e contratos para avançar com o do “Montijo”. E se o “ambiental” chumbar o dito?

De facto, não há tempo para fazer bem, confirmando-se que “a pressa é inimiga da perfeição!”

Silvestre Brandão Félix
12 janeiro de 2019
- (1) Provérbio Popular Português
- Gravura: Projeto do futuro Aeroporto do Montijo - Expresso (Google)

A AMBIÇÃO CERRA O CORAÇÃO


“A ambição cerra o coração!” (1) Ou seja, quando ela, a ambição, é desmedida, provoca o descontrole do protagonista. Quando assim é, ele não mais olhará “a meios para atingir os fins”. Se não o pararem, derrubará tudo o que lhe aparecer pela frente.

A eminente elaboração das listas para as eleições europeias e legislativas começaram a remexer os bastidores partidários. Os interesses pessoais ou de tendências, sobrepõem-se ao coletivo e atropelam a “ética” democrática.

Se, por força da liderança, a perspetiva é ficarem de fora das listas, portanto, sem emprego, urgentemente vão fazer alguma coisa para tentar inverter essa inevitabilidade.

Chamam-lhe, “diretas”.

Será que “vão levar a água ao seu moinho?”

Silvestre Brandão Félix
11 janeiro de 2019
– (1) Provérbio Popular Português
Gravura: Google

DESFAVORECIDOS, BACORADAS E AS TELEVISÕES


“Está tudo doido!!”

Correria e mais correria, na direção de tudo o que é shopping. O consumismo está de “freio-nos-dentes” e não dá mostras de acalmar.

A fazer fé no “sofrimento” apregoado “aos-quatro-ventos”, por corporações altamente “desfavorecidas”, os comerciantes deviam estar em crise, em virtude de, a estes “desfavorecidos”, lhes faltar o dinheiro nas contas bancárias.

Mas não! O Estado, continua a garantir-lhes os “trocos”, incluindo todos os subsídios e ajudas-de-custo habituais, mantendo o seu bem-estar sem terem passado pela crise, sempre encavalitados em “carreiras” remuneradas muito acima da média do universo anónimo dos trabalhadores portugueses.

E assim, chegamos ao fim de mais um ano de “luta” dos “desfavorecidos”, prelúdio de processos eleitorais sem fim. Porque não se junta tudo num único dia? Vamos ter que aguentar as “bacoradas”, três vezes!

As nossas televisões “esfregam-as-mãos” de contentes; vão ter promessas e demagogia com fartura. Vai ser um fartar de “debates” com “sabichões” (atenção-ao-género) e “sabichonas”, para levarem os eleitores a votar onde eles mais “gostam”.

Silvestre Brandão Félix
27 dezembro de 2018
Gravura: Google (contioutra.com)

HÁ ANEDOTAS BEM MAIS FRAQUINHAS


Tenho a impressão que deixaram plantado, ali para as bandas de Alvalade, um vírus que, como todos os outros que por aí andam, ataca sem olhar a quem e quando. O anterior, “BdC”, não teria feito melhor; nas provas todas e com possibilidades de as conquistar, principalmente o principal “campeonato” a dois pontos do líder. Infelizmente, o Sporting continua a ser notícia pelas piores razões: Falta de carácter, de respeito e de ética.

Do outro lado Atlântico, um Juiz que investigou, perseguiu, instruiu, inquiriu, julgou, condenou e prendeu o candidato “líder” destacado nas sondagens, agora, vai ser ministro para chegar a presidente. Chama-se ao homem: Imparcialíssimo, pois claro!






Mas ainda há alguém neste país que consiga ouvir falar no roubo de Tancos?






Silvestre Brandão Félix
2 novembro de 2018
Fotos e gravuras: Google

REMODELAÇÕES E PARQUE EÓLICO FLUTUANTE


Como correia-de-transmissão de alguns deputados e outros “passistas” do nosso tabuleiro de jogo, parte significativa da nossa comunicação social, continua a “vitimizar” os ministros que saíram, como se fossem uns “desgraçadinhos” enganados, e que o PM até esteve à espera que eles votassem o OE, para, no minuto seguinte, traiçoeiramente, lhes comunicar que estavam “no-olho-da-rua”!

Vai-se a ver, sem exceção, os “desgraçadinhos” saíram por vontade própria e já desesperavam pelo muito tempo que AC demorou a decidir-se.

É como a apresentação do “Maior Parque Eólico do Mundo Flutuante”, a ser construído no mar, ao largo de Viana do Castelo, de forma completamente inovadora, flutuante e não fixo, como tem sido normal, até agora. Afinal, a interessante notícia, virou intriguice e tentativa de manipulação dos telespetadores, a propósito da presença do novo Secretário de Estado da Energia, João Galamba.

Desde que, na segunda feira, uma novel estrela renascida na TV, apareceu destacada, a pôr em dúvida a competência de João Galamba para o cargo, porque ele não percebe nada de energia, que uns atrás dos outros, percorrem, com o mesmo descabido argumento, tudo o que é OCS em papel, TV, digital e outros que ainda hão de inventar, repetem a mesma coisa, incluindo alguns que recorrentemente convidavam o visado, para as mesas de debate.

Mas então, os cargos políticos, agora, também têm que ser preenchidos por diplomados e reconhecidos técnicos da área? O homem é do partido do Governo, é deputado, conhece bem os meandros dos gabinetes ministeriais e secretarias de estado, é reconhecido publicamente, pela sua capacidade retórica e independência intelectual. Então qual é então o problema?

Silvestre Brandão Félix
20 outubro de 2018
Foto: Dário Notícias OL

OS SEGREDOS E OS PERIGOS, VISTOS POR UM CANUDO...


Se, num passe de mágica, conseguisse recuperar a “minha-janela-daquele-terceiro-andar”, donde, durante tanto tempo contado em anos, consegui ver o mundo e todos os segredos que ele encerrava, estaria muito menos angustiado com o que vai acontecendo por aí.

Se fosse possível voltar a olhar por aquela “janela-do-terceiro-andar”, conseguiria ver quem fez, e quem escondeu o quê, no caso de Tancos;

conseguiria ver e ouvir, exatamente, o que aconteceu naquela suite de Las Vegas, há nove anos;

teria identificado todo o veneno destilado entre os apoiantes do que já foi e os que apoiam o que quer ser, naquela reunião do grupo parlamentar do maior partido da oposição;

teria adivinhado e saberia, todas os motivos que levaram o PM a fazer a remodelação do fim-de-semana;

se ainda tivesse para mim, aquele singular olhar, projetado desde o fundo do Mar-da-Palha até à barra controlada pelo Bugio, através da minha “janela-do-terceiro-andar”, eu saberia tudo e iria contrariar muitos pivôs, comentadores, analisadores e pontas-de-lança dos partidos nas redes sociais, que inventam e se apresentam como sumidades em inteligência, admitindo até, nalguns casos, certo tipo de autoritarismo parido pelo voto do povo.

Foi de lá, da “janela-do-terceiro-andar”, que vi a vitória da democracia sobre a negritude das ditaduras.

Nada está garantido!

Todos os dias é preciso consolidar a democracia e reforçar a vigilância, não vá “o diabo tecê-las”. Pelo mal, nem um “oceano” é suficiente para manter afastado o perigo.

Silvestre Brandão Félix
15 outubro de 2018
Gravura: Google

A JUSTIÇA!


Angustiado, sim! E a coisa não passa com um estalar de dedos…

Causas:

Como vem no, “fugas” do Público, do Chefe Vitor Sobral levar o melhor peixe à mesa a propósito dum importante evento e não me passar, o “melhor peixe”, pelo estreito; de haver uma forte possibilidade de um gajo de extrema direita, ser eleito Presidente do Brasil no próximo domingo; de continuarem a ser sepultados no Mediterrâneo,  muitas pessoas, que só procuram melhor vida; duma diplomata americana, na NATO, “amiga” do seu Presidente, afirmar, na boa, que a solução para resolver o problema dos novos misseis russos, é bombardeá-los e destrui-los;

mas, acima de tudo e principalmente, depois de semanas de palpites, ter chegado à conclusão que, na justiça portuguesa, é possível o mesmo Juiz, intervir em duas fases diferentes do mesmo processo. Pode inquirir, depois instruir e, se fôr caso disso, até julgar.

Não tenho nenhuma formação jurídica, mas estava convencido, pela experiência e conhecimento da vida, que isto não podia acontecer.  Enganei-me! 
   
Não que tenha, até hoje, algum problema com a justiça, mas que esta possibilidade não me deixa tranquilo, lá isso é verdade.

Silvestre Brandão Félix                  
3 de outubro de 2018
Foto: Google

NO OUTONO NÃO CAEM SÓ AS FOLHAS


Resmas de discursos, análises, teses para vários cursos, comentários e crónicas de “mal-dizer” e, mesmo assim, não conseguem segurar a mulher no lugar e tornar o cargo vitalício? Já agora, reconduzida desta vez e, daqui a seis anos, mais outro mandato e por aí fora.

Estão a perder a mão!

Tanta fogueira, não sei para quê! Fartaram-se de vomitar “palavras”, partidarizaram a questão, e, no fim, “a montanha pariu um rato”; quem tinha que escolher, escolheu e, quem tinha que nomear, nomeou. 

O mandato deve ser único, sim! E, se fôr caso disso, até pode ser um pouco mais longo. Só assim, o titular do cargo não se sente tentado a trabalhar para o mandato seguinte. Desta maneira é completamente livre e independente para fazer o seu trabalho, sem cobrar nem ser cobrado.

Mas, como é “apanágio” dos fazedores de leis, também no nº 3 do artigo 220º da Constituição, sobre o mandato e ao contrário do que acontece para outros cargos, não explicita: mandato único ou sem renovação. Ou seja, deixa a porta aberta a outras leituras e pode dar para o lado mais conveniente.

Neste caso, acho que, logo seja possível, deve ser feita a respetiva correção na lei fundamental.

Silvestre Brandão Félix
25 setembro de 2018
Gravura: Google

LÍTIO - O OURO MODERNO

Contestação à exploração de Lítio-Serra da Estrela-24.08.2019  (DN online) Muitas regiões do nosso país têm o subsolo a abarrotar de o...