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MORREU «O NOBEL»!

Saramago morreu e levou a genialidade da sua escrita!

Muito se disse, muito se diz neste momento e muito mais se dirá nestes dias de luto.

A afirmação “ palavras leva-as o vento” vem a jeito do acontecimento, porque não faltará candidatos a “botar” discurso a este propósito, com inúmeros e rasgados elogios a Saramago, muitas vezes “desatinados” com as falas produzidas em vida do escritor.

No que me toca, li grande parte dos seus livros e repeti alguns, com muito gosto! Quanto ao homem, (CLICAR) como aqui já o tenho dito várias vezes, discordava da sua intervenção pública na maior parte das vezes, provocando-me natural antipatia.

Que descanse em paz!

SBF

(Foto: Sapo Online)

A CAMINHO DO ALTO DA BONITA

Esta passagem terrena, a que chamamos vida, devia ser aproveitada pelo bem, de maneira a não deixar espaço ao mal.

É utópico, eu sei, mas é legítimo ter esse desejo.

O Zé Gordo (para os amigos), encaixa perfeitamente na abrangência desse meu desejo. Ele merecia porque era um homem bom.

Que descanse em paz.

SBF

A MORTE

A morte anda de braço dado com a vida.
Uma não existe sem a outra.

Sabemos que é assim, mas, enquanto vivos, parece-nos sempre que somos eternos aqui na Terra.

Muitas ocasiões, muitos serões, e as histórias (meio) verdadeiras, compostas pelo meu irmão, quase sempre começavam pelas “escorregadelas deliciosas” do “Pezinhos”. O duo era imbatível na boa disposição e humor, para quem perto deles estivesse.

O tempo vai continuar a contar muitos anos, e o meu irmão vai continuar a dizer, para quem quiser ouvir, as passagens de vida com o “Pezinhos”.

Se do meu irmão, como irmão foi, meu irmão também era!

Com muita saudade.

Descansa em Paz e lá nos encontraremos!

SBF

AIRBUS 330 DESAPARECEU NO ATLÂNTICO


Até há oito anos atrás, viajava de avião com alguma frequência. É um hábito como qualquer outro, só que, é incompleto, porque ao medo a gente nunca se habitua.

Tive sempre medo de voar. Apanhei alguns sustos, uns mais que outros, e num ou noutro dos “mais”, também cheguei a pensar que podia ser o fim. Quando a rota era sobre o mar, o medo subia. O que mais me afligia, era a possibilidade de não cair em terra e, vez disso, afundar-me no oceano.

Para os familiares dos passageiros e tripulantes deste voo Rio/Paris, a morte deles é dolorosa como é sempre, mas a circunstância dos corpos poderem não ser recuperados, aumenta em muito a dor, e é uma aflição sempre em aberto.

Para estas 231 pessoas, a morte não preveniu a vida!

SBF

NUM DESTES DIAS

Anti - democracia  net de Wilson Ferrer Um dia, passados para lá de cinquenta e cinco, em anos contados, no tempo duma senhora que era outra...