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CLIMA, EMISSÕES CO2 E A ÁGUA

Mais uma conferência da ONU sobre o clima, está reunida em Bona, na Alemanha. É importante o blá, blá, Blá, mas, mais importante ainda, é o que se faz na prática, no dia-a-dia, para contribuir decisivamente para garantir que, chegados ao final do século, a temperatura não tenha aumentado mais que 2º C.

Depois de vários anos, com aumento de emissões CO2 nulo, vamos chegar ao fim de 2017 com um aumento de 2%. Quer dizer que, este ano, regredimos.

No nosso país, dizem alguns que, para inverter a situação não fazemos nada, mas outros, que fazemos alguma coisa e até muito.

A habitual contradição de faladuras dos especialista e pseudo-especialistas que, deixando muitas vezes para trás, pequenos conselhos práticos de utilização de energias limpas, e ignorando usos antigos e básicos de poupança de água, perdem a oportunidade, o tempo deles e o nosso.

Silvestre Brandão Félix
14 novembro de 2017
Foto: Vista do planeta Terra (Jornal “O Público” OL)

LULA DA SILVA

É um gosto ouvir Lula da Silva.

Informalmente, respondendo a jornalistas, ou discursando e abordando temos com lógica e com pertinência.

Dizia ontem na tribuna da sala do Senado, onde recebeu o prémio norte-sul atribuído pelo Conselho da Europa, que a composição do Conselho de Segurança reflete a realidade de meados do século XX e já não nada a ver com o mundo atual. Não há verdade mais verdadeira. Como é possível que este órgão mantenha membros permanentes que correspondem às potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial?

Também gostei de o ouvir dizer, mais de uma vez, que o FMI nunca resolveu e não é agora que vai resolver os problemas de algum País.

E digo eu – Resolve e garante no terreno o lucro agiota das redes financeiras universais que se escondem atrás da virtual designação de “mercados”.

Silvestre Félix

AMIGO NO “SAPATO”

Amanhã, Portugal é um de três candidatos, a lugar não permanente no Conselho de Segurança da ONU. É um dos dez lugares não permanentes, num total de quinze. Os outros cinco lugares permanentes, correspondem às potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial: China (antes era a Formosa), França, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos da América.
Sessenta e cinco anos depois de acabar a guerra, não tem qualquer sentido este tratamento preferencial, mas, na verdade, ainda são os poderosos do mundo.

Para dois lugares abertos agora para os próximos dois anos, chegaram-se à frente: Canadá e Portugal primeiro e, numa segunda fase, o nosso “amigo”(??) e parceiro na UE, a Alemanha.

Não é “caricatura”, é mesmo verdade!

O principal derrotado da Segunda Guerra Mundial, vai disputar connosco um lugar no Conselho de Segurança das Nações Unidas, órgão, que nesta organização, mais poder tem e que mais representa (desatualizado, acho eu) a vitória dos Aliados sobre o “Eixo” fascista nos idos anos quarenta do século passado.

A diplomacia portuguesa não tem poupado esforços para conseguir apoio no voto, do maior número de Países. Ontem viu-se Luís Amado, Ministro dos Negócios Estrangeiros, na Líbia, tentando convencer Khadafy e outros.

Nos momentos mais delicados, aparece-nos sempre um “amigo”(??) no “sapato”, ou seja, para nos complicar a vida!

NUM DESTES DIAS

Anti - democracia  net de Wilson Ferrer Um dia, passados para lá de cinquenta e cinco, em anos contados, no tempo duma senhora que era outra...