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CLIMA, EMISSÕES CO2 E A ÁGUA

Mais uma conferência da ONU sobre o clima, está reunida em Bona, na Alemanha. É importante o blá, blá, Blá, mas, mais importante ainda, é o que se faz na prática, no dia-a-dia, para contribuir decisivamente para garantir que, chegados ao final do século, a temperatura não tenha aumentado mais que 2º C.

Depois de vários anos, com aumento de emissões CO2 nulo, vamos chegar ao fim de 2017 com um aumento de 2%. Quer dizer que, este ano, regredimos.

No nosso país, dizem alguns que, para inverter a situação não fazemos nada, mas outros, que fazemos alguma coisa e até muito.

A habitual contradição de faladuras dos especialista e pseudo-especialistas que, deixando muitas vezes para trás, pequenos conselhos práticos de utilização de energias limpas, e ignorando usos antigos e básicos de poupança de água, perdem a oportunidade, o tempo deles e o nosso.

Silvestre Brandão Félix
14 novembro de 2017
Foto: Vista do planeta Terra (Jornal “O Público” OL)

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COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
Estou a recordar-me duma grande reportagem transmitida há dias, salvo erro pela SIC, sobre um colégio com estas características, e percebi que alguns dos miúdos não gostaram nada da ideia, como aliás é normal. Uma arma devia ser o último objecto a mostrar-se a uma criança, aqui, e em qualquer parte do mundo. Neste colégio, não só se mostra a arma como se ensina a andar com ela, com certeza como funciona, e a considerá-la como fazendo parte do dia-a-dia do aluno.
Não me venham com a história q…

PROFETAS E OS SEUS MÓRBIDOS DESEJOS

Ainda a “Geringonça” não tinha nascido e já a davam como “nado-morto”.
De quando em vez, aí vêm “eles” exercitarem a sua capacidade profética.
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Era muito bom (digo eu) que, em muitas autarquias, fosse possível multiplicarem-se “Geringonças”.
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Silvestre Brandão Félix 3 de outubro de 2017
Fotos: Google

SINTRA E OS TUK-TUK'S

Depois de ter feito promessas a todos os santinhos, para que, na Rua João de Deus, houvesse um lugarzinho livre para arrumar o carro de borla, bem no meio, do lado direito, lá estava o sítio à espera de ser ocupado, porque os ditos santos, assim tinham determinado. Deixei-o bem no centro do espaço disponível e, iniciando a caminhada pelo passeio fora, senti e vi a chegada dum comboio à estação de Sintra.
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