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UTOPIA – PRECISA-SE!


A dor física atrofia a fiabilidade do espírito e contribui decisivamente para uma má contribuição do organismo humano. O espírito reclama continuamente essa maneira de estar e, aumentando a luta como se bola de neve fosse, tenta virar do avesso o atrofiamento.

A desforra passa pela leitura ficcional em prejuízo da triste realidade que, bem sustentada, parece ter criado raízes para ficar durante muito tempo. A situação é de tal maneira que até arrepia clicar um site de notícias ou ligar a TV. As desgraças vespertinas continuam pela madrugada e, às primeiras horas do dia, novas catástrofes se anunciam que fornecerão as redações de matéria “gostosa” para a demagogia e a especulação.

Mais valia que nos anunciassem de vez que o único caminho é o da desgraça e, assim, a resistência seria justificada com todos os meios encontrados nos compêndios de sábios já idos mesmo nos que tratam da utopia.

Como é que amanhã os trabalhadores vão trabalhar?

Abram alas à estupidez porque, neste “agora”, é o que mais se valoriza!

Sejam altos magistrados na Nação, sejam empedernidos simpatizantes da “velha senhora”, sejam ministros e secretários de estado, sejam “taxistas” (de tacho) das assembleias, sejam todos os velhos do Restelo incluindo os “profissionais” da concertação, sejam…

– Vão à vida!           

 Não há espírito em corpo “são” que aguente, quanto mais em corpo “dorido”…

Silvestre Félix

GREVE NA CP

Continuo a não conseguir perceber, e a generalidade dos portugueses também não, o que os maquinistas da CP pensam conseguir com as constantes greves, estando o País da maneira que está.


Será que pretendem antecipar a privatização da empresa ou parte dela?


Se não é esse o objectivo, pode muito bem acontecer que mais esta greve anunciada entre os próximos dias 22 e 25 e outras que se seguirão, ajudem a que, logo haja governo, a privatização, pelo menos de algumas linhas, seja concretizada.


Os utentes é que sofrem. Na maioria trabalhadores de salários médio/baixo, são as vítimas dos maquinistas que continuam a ter uma situação profissional em termos de remuneração, muito acima da média.


Silvestre Félix

NUM DESTES DIAS

Anti - democracia  net de Wilson Ferrer Um dia, passados para lá de cinquenta e cinco, em anos contados, no tempo duma senhora que era outra...