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HÁ ANEDOTAS BEM MAIS FRAQUINHAS


Tenho a impressão que deixaram plantado, ali para as bandas de Alvalade, um vírus que, como todos os outros que por aí andam, ataca sem olhar a quem e quando. O anterior, “BdC”, não teria feito melhor; nas provas todas e com possibilidades de as conquistar, principalmente o principal “campeonato” a dois pontos do líder. Infelizmente, o Sporting continua a ser notícia pelas piores razões: Falta de carácter, de respeito e de ética.

Do outro lado Atlântico, um Juiz que investigou, perseguiu, instruiu, inquiriu, julgou, condenou e prendeu o candidato “líder” destacado nas sondagens, agora, vai ser ministro para chegar a presidente. Chama-se ao homem: Imparcialíssimo, pois claro!






Mas ainda há alguém neste país que consiga ouvir falar no roubo de Tancos?






Silvestre Brandão Félix
2 novembro de 2018
Fotos e gravuras: Google

FOI NUM JOGO DE FUTEBOL

As emoções e as paixões que um jogo de futebol comporta, estão muito para além do que é razoável para um normal ser humano.

Todos nós devíamos ter capacidade para repelir o que é mau, nem que para isso o corpo tivesse de estar equipado com uma espécie de alarme. Esse acessório, sempre que houvesse perigo dum desentendimento, desataria num berreiro tal, que, automaticamente, desativaria a má onda e tudo voltava à paz.

Ontem, assistimos mais uma vez a tudo o que de pior nós transportamos. Não interessa se foi em Alvalade ou na Luz. Foi num jogo de futebol. Ouvindo as duas partes em confronto – a polícia e os adeptos – não conseguimos chegar a nenhuma conclusão sobre quem não fez o que devia fazer.

Um Estado civilizado não pode admitir que situações destas aconteçam. Em cenários como os de ontem, as regras devem ser claras e aplicadas aos prevaricadores duma forma sumária e sem contemplações.

Temos muitas outras coisas que nos preocupam, não podemos gastar energias com razões comezinhas e fanatismos primários.

Silvestre Félix

O BALNEÁRIO

Duma maneira geral, a comunicação social e alguns comentadores, esforçaram-se por inocentar o ex-director desportivo para o futebol do Sporting e respectivas claques, carregando a culpa dos incidentes “de balneário” após o jogo com o Mafra, em Liedson. Porquê? Não gostam do homem, não gostam do verde ou gostam muito do ex-director?

O que se passou dentro do balneário, não é público, mas o resto toda a gente viu e não ficam dúvidas: O avançado não gostou de ouvir os assobios em consequência do “frango” do Guarda-Redes e é legítimo que não goste como nenhum profissional gosta (ponto-final).

As pessoas são como são e o ex-director, como toda a gente, tem o seu feitio. Lembro-me bem duma cena de “primeira página”, há uns bons anos, quando o Artur Jorge era o seleccionador da nossa selecção. Ou seja, o que não se pode admitir é a tendência para se resolver tudo ao “murro”, ainda por cima, quando se exercem cargos de direcção e comando de grupos de pessoas. Quando essa tendência é incontrolável, então o melhor é sair, como aliás, acabou por acontecer.

O Liedson só não quis fazer vénia a quem, algum tempo antes, assobiou e sapateou, pela infelicidade dum seu colega de trabalho.

SBF

NUM DESTES DIAS

Anti - democracia  net de Wilson Ferrer Um dia, passados para lá de cinquenta e cinco, em anos contados, no tempo duma senhora que era outra...