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FORÇAS ARMADAS


Do “ADN“ da democracia portuguesa fazem parte as suas Forças Armadas. O que não falta por aí é quem queira decantar este elemento (FA) para, 38 anos depois, conseguir finalmente separar o composto «Forças Armadas+Povo» isolando-os, para melhor os controlar.

Não gosto, como a larga maioria dos portugueses não gostará, de ver os seus militares manifestarem-se na rua, para “governo ouvir”. Como já todos percebemos, os diligentes governantes têm feito declarações despropositadas e, algumas delas, desrespeitosas para as organizações associativas, levando os militares a reagirem na defesa do seu caráter.

Que se assuma, duma vez por todas, o que se quer das nossas Forças Armadas. Abram o jogo e cumpram as regras.

Tem o Governo condições e competência para fazer uma verdadeira reforma da Instituição, ou não? Os militares estão cientes que muitas coisas têm de mudar mas querem ser ouvidos e respeitados.

A “bola” está do lado da tutela. Que a “jogue” sem encostar os militares demasiado à parede.

Silvestre Félix

FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS

Todos sabemos que as Forças Armadas Portuguesas, como tantas outras instituições nacionais, precisam que os governantes promovam uma verdadeira e eficaz reforma adequando-as aos novos tempos.

O Ministro da Defesa Nacional, antes de acusar subjetivamente as organizações associativas dos militares do que quer que seja, tem de ter em conta que estes cidadãos portugueses são, para além do último reduto da defesa territorial do País, a garantia e salvaguarda da soberania nacional e o grande escudo protetor do Povo português.
Antes de se questionarem os Militares pela sua vocação, que se interpelem os políticos pelas ”borradas” que sistematicamente fazem, causando prejuízos irreversíveis ao País e a todos os cidadãos.
Preciso de dizer também que não quero por os políticos todos no mesmo saco. Haverá maus e bons como em qualquer setor da nossa sociedade. Temos tido é azar, têm-nos calhado os piores.
Silvestre Félix

NUM DESTES DIAS

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