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OS QUATRO MIL…


Entre a renúncia papal e as pazes dos “senadores” Alegre e Soares passam muitos outros sinais de vitalidade desarranjada desta nossa troikada sociedade. O número de quatro mil milhões ou quatro biliões ou, ainda, quatro bilhões como alguns Lusófonos dizem, vai entrando no palavreado do dia-a-dia dos fazedores de opinião e, o comum cidadão tem de levar com a verborreia toda.

De sacrifício já ninguém nos tira. Tiram outras coisas, do bolso, com que se compram os melões. Se do BPN voaram sete mil milhões ou sete biliões ou, ainda, sete bilhões como alguns Lusófonos dizem, porque não vão atrás deles e ainda ficam, a haver, três mil milhões ou três biliões ou, ainda, três bilhões como alguns Lusófonos dizem e de caminho enfiam com os vigaros na cadeia?

Entre o jantar do “patriota” Brito (como se diz no Expresso online) e a carne de cavalo que por aí ou por lá, andam a vender como se de vaca fosse, muitas vigarices e muitas aldrabices enfiam ao “Zé Povinho”. Bem procuro, mas continuo a não encontrar nenhum indício de que tenha havido algum auto de fé promovido pela santa, ou nem por isso, inquisição, em que, para compor a pira ardente no andar debaixo do cadafalso, se lhe empilharam notas de quinhentos euros, muito bem empilhadinhas e, por via dessa fogueira, tenha ido para o beleleu todo o dinheiro que anda faltando nos nossos bolsos.

O lucro da GALP aumentou quarenta e três por cento em dois mil e doze!!!!

Silvestre Félix

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COLÉGIO INTERNO

A propósito do “post” anterior, fico desesperadamente incomodado quando vejo miúdos de 9 anos, neste País que é o meu, ingressarem em colégios internos militares. O ensino (vertente académica) ministrado, até pode ter muitos méritos, mas, já o facto de ser em regime interno, separado dos amigos e de quem mais se gosta, na minha opinião, é muito mau. Eu nunca faria essa maldade a um filho meu. Aqui tem a agravante de ser um autêntico quartel de tropa prevalecendo toda a ordem e disciplina militar.
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Não me venham com a história q…

PROFETAS E OS SEUS MÓRBIDOS DESEJOS

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Silvestre Brandão Félix 3 de outubro de 2017
Fotos: Google

SINTRA E OS TUK-TUK'S

Depois de ter feito promessas a todos os santinhos, para que, na Rua João de Deus, houvesse um lugarzinho livre para arrumar o carro de borla, bem no meio, do lado direito, lá estava o sítio à espera de ser ocupado, porque os ditos santos, assim tinham determinado. Deixei-o bem no centro do espaço disponível e, iniciando a caminhada pelo passeio fora, senti e vi a chegada dum comboio à estação de Sintra.
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