OS QUATRO MIL…


Entre a renúncia papal e as pazes dos “senadores” Alegre e Soares passam muitos outros sinais de vitalidade desarranjada desta nossa troikada sociedade. O número de quatro mil milhões ou quatro biliões ou, ainda, quatro bilhões como alguns Lusófonos dizem, vai entrando no palavreado do dia-a-dia dos fazedores de opinião e, o comum cidadão tem de levar com a verborreia toda.

De sacrifício já ninguém nos tira. Tiram outras coisas, do bolso, com que se compram os melões. Se do BPN voaram sete mil milhões ou sete biliões ou, ainda, sete bilhões como alguns Lusófonos dizem, porque não vão atrás deles e ainda ficam, a haver, três mil milhões ou três biliões ou, ainda, três bilhões como alguns Lusófonos dizem e de caminho enfiam com os vigaros na cadeia?

Entre o jantar do “patriota” Brito (como se diz no Expresso online) e a carne de cavalo que por aí ou por lá, andam a vender como se de vaca fosse, muitas vigarices e muitas aldrabices enfiam ao “Zé Povinho”. Bem procuro, mas continuo a não encontrar nenhum indício de que tenha havido algum auto de fé promovido pela santa, ou nem por isso, inquisição, em que, para compor a pira ardente no andar debaixo do cadafalso, se lhe empilharam notas de quinhentos euros, muito bem empilhadinhas e, por via dessa fogueira, tenha ido para o beleleu todo o dinheiro que anda faltando nos nossos bolsos.

O lucro da GALP aumentou quarenta e três por cento em dois mil e doze!!!!

Silvestre Félix

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